Carlos Felipe*
carlosfelipesan@gmail.com
*estudante do primeiro período de ciências sociais
O esporte com maior difusão e aceitação no Brasil, indiscutivelmente, é o futebol. Um jogo que, basicamente, tem como objetivo alcançar o gol adversário a maior quantidade de vezes possíveis e não deixar o adversário ampliar seu marcador, portanto, ganha o jogo quem possuir o placar favorável. Numa análise superficial é possível acreditar que se trata de um jogo simples e que não envolve muito fatores extras-campo, ledo engano, pois tal esporte transformou-se numa indústria avassaladora que engloba vários pontos que vão muito além da visão superficial.
A criação de espaços públicos aonde é possível a vivencia comunitária, como os campos de futebóis, existem poucos, pois proporcionam a união e interação entre as mais diversas pessoas. Outro ponto positivo do esporte é quando a partir dele é possível ensinar conceitos básicos às crianças, por exemplo, conceitos tais como: disciplina, coletividade, enfretamento a desafios, entre outros.
Porém, o intuito desta pesquisa não versa em expor os pontos positivos e sim em buscar analisar a problemática social decorrente da indústria do futebol. Buscar os motivos e indicadores que nos mostre o porquê de os grandes craques futebolísticos é em sua maioria oriunda das classes mais pobres da sociedade, e suas ligações diretas com o baixo nível escolarização. Procurando a partir das problemáticas achadas, sempre propor soluções viáveis e aplicáveis.
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